quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Alerta sobre educação de filhos
Filhos mimados demais podem se tornar
adolescentes frustrados
A psicopedagoga Betina Serson fala sobre o transtorno
em ter um filho mimado demais
adolescentes frustrados
A psicopedagoga Betina Serson fala sobre o transtorno
em ter um filho mimado demais
Por: Cris Santos
As crianças mimadas podem ser um transtorno na vida dos pais:
não obedecem regras, fazem o que querem e muitas vezes
faltam com respeito.
Depois que a criança é acostumada a ter tudo o que quer,
fica cada vez mais complicado reverter a situação.
A psicopedagoga Betina Serson visitou os estúdios da
Jovem Pan e apresentou para José Luiz Menegatti e os
ouvintes de todo Brasil conselhos para os pais que
sofrem com o problema.
Ouça a entrevista.
sábado, 9 de junho de 2012
Leitura
A importância do incentivo à leitura
Televisão, DVD, computador, internet e jogos eletrônicos. Esses têm sido os passatempos preferidos da garotada nos dias de hoje. Não é à toa que hoje temos jovens que escrevem mal, encontram dificuldades em redação e interpretação de texto e possuem pouco senso crítico diante das informações que recebem. A raiz do problema pode ter várias ramificações, mas uma delas, a mais importante, é a falta do hábito da leitura. Nas páginas de um livro, a criança descobre muito mais do que um mundo de imaginação. Se cultivada desde a mais tenra idade, a leitura pode ser uma excelente maneira de trabalhar vocabulário, imaginação, criatividade, escrita e sensibilidade. Ou seja: mais do que um prazer, ela também é fonte de aprendizado e conhecimento.
Descoberta
É nos primeiros anos de vida que se deve incentivar a paixão pelos livros. Crianças pequenas adoram ouvir histórias, ainda mais se elas forem contadas de forma animada e divertida. Até o segundo ano de vida, os livros devem ser ricamente ilustrados, de preferência com gravuras que façam parte do universo infantil. Num livro infantil, a ilustração é muito importante. Ela é o primeiro convite para o livro. Por meio dela, as crianças começam a aprender algumas palavras, a associar as figuras a determinados objetos.
Nesta fase da vida, os pais devem se encarregar de contar as histórias e também de apresentar os livros às crianças, ajudando-as a manuseá-los e mostrando a elas as ilustrações. Na hora de contar a história, vale usar entonações diferentes de voz, fazer com que a criança participe da história e, se necessário, usar bonecos para prender a atenção. Quando os pais lêem para os filhos, estabelecem um vínculo afetivo importante, que vai ajudar no desenvolvimento emocional da criança.
Dos dois anos até a idade de alfabetização, a criança ainda não tem muita concentração. Por isso, os livros indicados para essa faixa etária possuem histórias curtas. O gênero predileto é o conto de fadas, que trabalha bastante a imaginação infantil, de modo que as crianças se envolvem diretamente com a história. Tanto que não é incomum que elas peçam aos pais que leiam várias vezes a mesma historinha, de tanto que se identificam com as personagens. Outra característica interessante dos livros voltados a essa faixa etária aparece naqueles dirigidos a crianças que estão passando pela alfabetização: o texto tem frases breves e fonemas fáceis para o entendimento das crianças, o que as incentiva a começar a ler sozinhas.
A partir dos sete anos de idade, inicia-se uma nova fase. As primeiras dificuldades de leitura ficam para trás, o pensamento lógico se desenvolve de forma a permitir que a criança comece a lidar com idéias abstratas e os livros começam a ficar mais complexos. Ao invés de histórias curtas, as crianças dão preferência a enredos maiores, divididos em capítulos. “Quando estão na 1ª e 2ª séries, elas apreciam contos folclóricos e fábulas curtas. Os contos bíblicos entram lá pela 3ª série. Na 4ª série, apreciam as sátiras aos contos de fadas. Na 5ª e 6ª séries, apreciam personagens que fizeram algo pela humanidade, ou seja, heróis e heroínas. A partir da 7ª série, estão prontos para a história do mundo.
A interpretação das ilustrações também ganha novos contornos. As figuras proporcionam à criança múltiplos olhares sobre um mesmo tema. Livros que são ilustrados por vários artistas, por exemplo, proporcionam isso. Quanto mais você alimentar o imaginário da criança, mesmo que seja através da figura, melhor. Na adolescência, o gosto literário se torna mais variado. Porém, independentemente do tema, o jovem lê tramas mais bem-elaboradas e coerentes, começando a moldar suas preferências para a idade adulta.
O poder dos contos de fada
É no contato com histórias repletas de personagens de fantasia que as crianças desenvolvem seus primeiros conceitos sobre o mundo. Diante de conceitos como bom e mau, feio e bonito, defeitos e virtudes, a criança começa a trabalhar suas próprias crenças e a demonstrar seus sentimentos diante de determinadas situações: medo, raiva, frustração, revolta, alegria. Isso acontece porque, de alguma forma, ela tende a se identificar com algumas histórias, de acordo com o momento que está vivendo. Histórias falam de amor, rejeição, medo de abandono, competição, diferenças. A criança se transporta para o mundo do personagem e encontra ali alguns de seus problemas e desejos. É por isso que elas apreciam muito esse tipo de história, porque vêem nelas uma maneira de interpretar o mundo.
Desenvolvimento
São inúmeros os benefícios do incentivo à leitura desde cedo. Com os livros, a criança desenvolve o vocabulário, aumenta o repertório de palavras, aprende a escrever melhor, trabalha a criatividade, a imaginação e a reflexão.A leitura é importantíssima para o desenvolvimento cognitivo da criança. Quando ela adquire o hábito de ler, seu inconsciente é liberado para o fato mais relevante da leitura, que é a interpretação. Existem alunos que têm dificuldades em várias disciplinas porque não conseguem interpretarem o que lêem.
O papel dos pais
Como em todas as outras áreas da vida, o exemplo dos pais também conta muito quando o assunto é literatura. Crianças cujos pais lêem bastante e se mostram apaixonados pela atividade têm muito mais chance de se interessarem por ela. Os pais devem dar o exemplo. Se gostam de ler, se estão sempre com um livro na mão, a criança também vai querer fazer isso. Levar a livrarias, rodas de leitura, eventos literários e centros culturais também ajudam muito, pois despertam a curiosidade e incentivam a intimidade da criança com os livros. Pais que não lêem e não incentivam a leitura, por tanto, não podem reclamar da falta de interesse dos filhos.
O papel da escola
Assim como os pais, a escola também tem papel fundamental no incentivo à leitura. A realidade brasileira nos mostra que o acesso de grande parte da população aos livros é muito restrito. Há muitas crianças cujas famílias mal têm dinheiro para se sustentar, então é claro que não terão recursos para adquirir livros. Então, cabe à escola surprir esse falta, oferecendo bibliotecas e salas de leitura.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Ensino Fundamental
Por Thais Pacievitch |
O Ensino Fundamental é um dos níveis da Educação Básica no Brasil. O Ensino fundamental é obrigatório, gratuito (nas escolas públicas), e atende crianças a partir dos 6 anos de idade.
O objetivo do Ensino Fundamental Brasileiro é a formação básica do cidadão. Para isso, segundo o artigo 32º da LDB, é necessário:
I – o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
II – a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III – o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV – o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
Desde 2006, a duração do Ensino Fundamental, que até então era de 8 anos, passou a ser de 9 anos. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB 9395/96) foi alterada em seus artigos 29, 30, 32 e 87, através da Lei Ordinária 11.274/2006, e ampliou a duração do Ensino Fundamental para 9 anos, estabelecendo como prazo para implementação da Lei pelos sistemas de ensino, o ano de 2010.
O Ensino Fundamental passou então a ser dividido da seguinte forma:
II – a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III – o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV – o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
Desde 2006, a duração do Ensino Fundamental, que até então era de 8 anos, passou a ser de 9 anos. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB 9395/96) foi alterada em seus artigos 29, 30, 32 e 87, através da Lei Ordinária 11.274/2006, e ampliou a duração do Ensino Fundamental para 9 anos, estabelecendo como prazo para implementação da Lei pelos sistemas de ensino, o ano de 2010.
O Ensino Fundamental passou então a ser dividido da seguinte forma:
Os Anos Iniciais – compreende do 1º ao 5º ano, sendo que a criança ingressa no 1º ano aos 6 anos de idade.
Os Anos Finais – compreende do 6º ao 9º ano.
Os sistemas de ensino têm autonomia para desdobrar o Ensino Fundamental em ciclos, desde que respeitem a carga horária mínima anual de 800 horas, distribuídos em, no mínimo, 200 dias letivos efetivos.
O currículo para o Ensino Fundamental Brasileiro tem uma base nacional comum, que deve ser complementada por cada sistema de ensino, de acordo com as características regionais e sociais, desde que obedeçam as seguintes diretrizes:
I – a difusão de valores fundamentais ao interesse social, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem comum e à ordem democrática;
II – consideração das condições de escolaridade dos alunos em cada estabelecimento;
III – orientação para o trabalho;
IV – promoção do desporto educacional e apoio às práticas desportivas não-formais. (ART. 27º, LDB 9394/96).
A responsabilidade pela matrícula das crianças, obrigatoriamente aos 6 anos de idade, é dos pais. É dever da escola, tornar público o período de matrícula.
Além da LDB, o Ensino Fundamental é regrado por outros documentos, como as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, o Plano Nacional de Educação (Lei nº 10.172/2001), os pareceres e resoluções do Conselho Nacional de Educação (CNE) e as legislações de cada sistema de ensino.
Conflitos no ambiente de trabalho
6 passos para resolver conflitos no ambiente de trabalho
O ambiente de trabalho é um dos mais favoráveis para o surgimento de conflitos, seja pela convivência forçada de personalidades e pontos de vista, seja pela imposição de expectativas e metas pelo ambiente externo (diretoria, acionistas ou mercado).
Não há um padrão específico para o surgimento de conflitos, mas todos obedecem a ciclos que, se forem alimentados, podem destruir as relações entre as pessoas. Para interromper este ciclo belicoso, considere estes 10 passos.
1. Interrompa a explosão emocional
Em outras palavras: dê um tempo. Se durante uma discussão você perceber que os motivos técnicos ficam de lado e questões emocionais começam a ferver, interrompa o processo.
Às vezes interromper significa baixar um pouco a voz e voltar o foco à discussão técnica (a outra pessoa nem percebe), mas haverá momentos em que será preciso cessar a discussão por alguns minutos. Ir buscar um café ou água, ou caminhar nos corredores ou no estacionamento ajuda a estabilizar a explosão emocional e chamar a racionalidade de volta.
2. Comece por você mesmo
Chamar a responsabilidade para si envolve tomar o poder sobre os próprios sentimentos. É óbvio que outras pessoas participaram do acaloramento da discussão, mas começando por você:
- Como você contribuiu para essa discussão?
- Onde você exagerou?
- Quais foram as palavras erradas que usou?
- Será que deveria repensar algum argumento da outra parte?
- Será que tem que voltar atrás em algum ponto?
- Será que tem que pedir desculpas?
Nenhuma destas perguntas deve ser respondida necessariamente com um sim. Talvez você simplesmente não tenha que pedir desculpas, ou não quer pedir por alguma razão bem fundamentada, mas avalie calmamente cada questão e provavelmente irá encontrar algum ponto de apoio para resolver positivamente o conflito.
3. Experimente mudar a perspectiva
Sua visão de um problema se enriquece muito quando consegue vê-lo sobre a perspectiva de outra pessoa, especialmente se as opiniões forem divergentes.
Porque seu colega está defendendo esta perspectiva? Ela está defendendo uma posição pessoal ou profissional? Será que ela notou um detalhe que lhe passou despercebido? E por que se exaltou tanto? Quais são os sentimentos que estão interferindo, e porque vieram à tona agora?
4. O que realmente está em discussão?
Se a discussão pendeu para questões emocionais, embora os argumentos continuassem técnicos, o que realmente está sendo discutido? Falta de respeito? Dificuldades de convivência? Insegurança? Excesso de pressão? Frustração? Falta de confiança?
5. Recupere o propósito
Antes de explodir em necessidades e desejos frustrados, esta discussão tinha como objetivo solucionar alguma questão prática. Retome esta questão primordial ao reiniciar a conversa, a simples existência de um propósito claro ajuda a direcionar pensamentos e ações para um fim comum. Apenas cuidado para não impor este redirecionamento de forma arrogante ou ditatorial, querendo ‘dar uma de chefe’, mesmo sendo um./
6. Compreenda o conflito
Se neste processo você percebeu que a discussão não ocorreu verdadeiramente por causa do propósito inicial, mas por outras questões que minam a confiança e harmonia do grupo, tome a iniciativa de mudança. Em um outro momento, com os ânimos frios, convide as outras pessoas para uma conversa amigável, e pontue os aspectos que você percebeu, do modo mais gentil e honesto possível.
Uma abordagem direta e não agressiva tende a influenciar positivamente as outras pessoas, e vocês poderão conversar sobre os motivos reais da discussão anterior, com uma diferença crucial:provavelmente resolverão o conflito, no lugar de destruir o ambiente de trabalho.
Baseado no texto: 10 Steps to Handle Relationship Conflicts
fonte: http://www.metaexecutiva.com/2008/03/19/6-passos-para-resolver-conflitos-no-ambiente-de-trabalho
terça-feira, 29 de maio de 2012
SUGESTÃO DE LEITURA

VYGOTSKY, L. S. Editora: Martins Fontes.
Há muito tempo, o grande psicólogo russo L. S. Vygotsky é reconhecido como um pioneiro da Psicologia do Desenvolvimento. No entanto, sua teoria do desenvolvimento nunca foi bem-compreendida no Ocidente. “A Formação Social da Mente” vem suprir grande parte dessa falha. Trata-se de uma seleção cuidadosa dos ensaios mais importantes de Vygotsky, editada por um grupo de eminentes estudiosos da sua obra.
Palavras-chave: Psicologia. Formação docente.

FREIRE, Paulo. Editora: Cortez.

O livro nos mostra que em uma sociedade que exclui dois terços de sua população e que impõe ainda profundas injustiças à grande parte do terço para o qual funciona, é urgente que a questão da leitura e da escrita seja vista enfaticamente sob o ângulo da luta política a que a compreensão científica do problema traz sua colaboração.
Fonte do arquivo: forumeja.org.br/livrospaulofreire
Palavras-chave: Alfabetização. Educação de adultos. São Tomé e Príncipe.

SAVIANI, Dermeval. Editora: Autores Associados.
Acesse trechos do livro
O livro apresenta a perspectiva histórica e a perspectiva teórica das diversas concepções pedagógicas, recuperando a história da pedagogia no Brasil e esclarecendo sua trajetória teórica. Este livro apresenta elementos significativos para superar os dilemas pedagógicos e organizar, de forma eficaz, os cursos de formação de educadores. Por esse caminho, o autor oferece aos pais, professores, alunos, políticos (do governo e da oposição), em suma, a todos os cidadãos deste país, uma obra útil à compreensão do problema educativo.
Palavras-chave: Pedagogia. Ensino Fundamental. Escola Nova. Construtivismo, Educação Básica


O método Paulo Freire é de educação, não de alfabetização de adultos. Antes de mais nada, visa a ensinar a estudar, o que para ele significa repensar e não armazenar ideias alheias. É assumir uma atitude crítica diante do que se estuda e estendê-la à realidade social, à própria existência e à visão do mundo.
Fonte do arquivo: forumeja.org.br/livrospaulofreire
Palavras-chave: Alfabetização. Educação de adultos. Teoria. métodos.

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Em seis tópicos "primórdios, ambivalências, histórias, sujeitos, falácias e contradições" permite ao leitor vislumbrar como esse "movimento", de tão breve existência, conseguiu derrubar certezas supostamente inabaláveis. Com isso, o autor faz uma análise crítica do próprio movimento do pós-modernismo e das insuficiências da categoria cultura se tomada na perspectiva do multiculturalismo.
Palavras-chave: Pós-modernismo. Aspectos sociais.

Ac

O livro apresenta artigos de vários autores que revelam tanto os aspectos técnicos da audiodescrição como a sua concretização como um direito à comunicação e informação da pessoa cega.
Saiba mais sobre a inclusão na escola: Inclusão Educacional
Palavras-chave: Acessibilidade cultural. Audiodescrição. Deficientes visuais. Tecnologia.

Os textos reunidos no livro procuram explicitar, de forma articulada, os elementos fundamentais da concepção da Escola Cidadã e os instrumentos mediante os quais se constrói o Projeto Político-Pedagógico que a viabiliza.
Palavras-chave: Escola Cidadã. Projeto Político-Pedagógico.

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Com as transformações do contexto educacional, o papel dos profissionais da educação tem sido objeto de polêmica e controvérsias. A sala de aula é testemunha da diversidade das práticas educativas. Este livro aborda tópicos como os limites da autonomia e da autoridade docente, o que recuperar e o que abandonar na prática cotidiana, etc.
Palavras-chave: Hannah Arendt. Piaget. construtivismo. Lacan. Freud. Ricoeur. Anomia. Autoritarismo.

Palavras-chave: Aprendizagem. Avaliação educacional.

Bullying - Como combatê-lo?COSTANTINI, Alessandro. Editora Itália Nova.
Bullying é um tipo de comportamento ligado à agressividade física, verbal ou psicológica e vem sendo estudado na Europa há 10 anos, logo após ter sido evidenciada sua correlação com o suicídio de adolescentes. Com este livro, Alessandro Costantini orienta os educadores (pais e professores) naquilo que mais os assusta e preocupa: uma adolescência problemática.
Palavras-chave: Bullying. Violência. Escola.

FANTE, Cleo; PEDRA, José Augusto. Editora: Artmed, 2008.
O bullying é uma das formas de violência que mais cresce no mundo e é causa de grande sofrimento. São meninos e meninas expostos às mais diversas situações repetitivas de humilhações, constrangimentos, apelidos jocosos, intimidações, difamações. Como consequências, encontram-se o comprometimento da saúde emocional, da qualidade das relações interpessoais, da construção da cidadania e, principalmente, da ruptura no processo educacional, podendo ser apontado como uma das causas dos elevados índices de evasão e retenção escolar no país.
Palavras-chave: Educação. Bullying. Ciberbullying. Assédio moral.

GÓMEZ, A. I. Pérez; SACRISTÁN, J. Gimeno. Editora: Artmed, 1998.
Em ''Compreender e Transformar o Ensino'', os autores analisam os problemas e as práticas que foram e são essenciais para dar conteúdo e sentido à realidade do ensino. Sem compreender o que se faz, a prática pedagógica é uma reprodução de hábitos e pressupostos dados, ou respostas que os professores dão a demandas ou ordens externas. Os autores analisam os problemas e as práticas para dar sentido à realidade do ensino.
Palavras-chave: Educação. Ensino. Prática pedagógica.

DALBEN, A. I. L. F. Editora: Papirus, 2004.
Acesse trechos do livro
Defende uma avaliação democrática que conduz à revolução pedagógica e norteia relações sociais mais ricas e mais formadoras, pois a interdependência entre as relações sociais e as atividades materiais geram ideias, concepções teóricas e formas de consciência que são efetivadas num processo de socialização da realidade objetiva vivida pelo indivíduo no cotidiano.
Palavras-chave: Avaliação educacional. Conselho de classe. Educação e estado. Escolas.

CANDAU, Vera Maria (Org.). Editora: DP&A, 2000
Trata-se de um livro que se constitui como contribuição inegável para os campos da Didática, do Currículo e da Formação de Professores, dirigindo-se não apenas aos pesquisadores e professores dessas áreas, mas a todos os professores de uma forma geral e a todos aqueles que se preocupam com a qualidade de ensino e da formação de professores no Brasil.
Palavras-chave: Politicas públicas. Tempos e espaços. Escola. Multiculturalismo. Tecnologia.

LIBÂNEO, J. I. C. Editora: Loyola, 1986.
Acesse trechos do livro
Libâneo discute e problematiza políticas e ações sobre a Escola Pública Democrática. Focaliza a instituição escolar, nas discussões mais amplas de democratização da sociedade como um todo. Focaliza a importância da prática pedagógica na escola, vinculada à teoria e à pesquisa.
Palavras-chave: Educação. Escola democrática. Escola. Prática pedagógica.

FREIRE, Paulo. Editora: Paz e Terra.

Neste livro, Paulo Freire, em nome de uma educação orientada para a autenticidade, propõe condições e métodos para que ninguém seja mais excluído ou posto à margem da vida nacional. O que deve ser superado é o discurso oco e o verbalismo vazio sobre a educação. O que deve ser instaurada é a pedagogia que começa pelo diálogo, pela comunicação, por uma nova relação humana que possibilite ao próprio povo a elaboração de uma consciência crítica do mundo em que vive.
Fonte do arquivo: forumeja.org.br/livrospaulofreire
Palavras-chave: Educação. Diálogo. Consciência crítica.

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O autor coloca a formação do educador no necessário movimento dialético: da síncrese à síntese, bem como a necessidade em sair do que é pseudo concreto e buscar a concreticidade, indo para além das aparências numa atitude constantemente filosófica. mestres.
Palavras-chave: Educação. Brasil. Educação e Estado. Filosofia.

APPLE, Michael W. Editora: Artmed, 1989.
Apple retoma uma séria crítica tanto às teorias existentes sobre o currículo, quanto às práticas curriculares adotadas nas escolas. Partindo de uma reflexão sobre seu próprio trabalho anterior e sobre as influentes teorias da reprodução cultural e social, ele refina e aperfeiçoa sua análise para introduzir elementos de contradição, resistência e oposição num quadro em que havia antes apenas reprodução, imposição e passividade. Chama a atenção para o importante papel que as escolas têm na produção do conhecimento, não apenas na sua distribuição. Apple vai também até o outro lado do currículo oculto e o trabalho.
Palavras-chave: Educação. Currículo. Teorias da reprodução.

KENSKI, Vani Moreira. Editora: Papirus, 2007.
Acesse trechos do livro
Neste livro Kenski reflete sobre as relações que sempre existiram entre dois campos do conhecimento: a educação e as tecnologias. Ela inicia o livro com um exemplo de como é possível fazer educação mediada pelas mais novas tecnologias digitais. No restante do livro, conta a história de relacionamentos entre os vários tempos da sociedade, os avanços tecnológicos e os seus reflexos na educação.
Palavras-chave: Comunicação. Educação. Finalidades e objetivos. Inovações educacionais. Tecnológicas.

KUENZER, Acácia (Org.). Editora: Cortez Ano, 2000.
O objetivo deste livro é definir alguns elementos que permitam aos professores e dirigentes das escolas construir um novo Projeto Político-Pedagógico, considerando os limites institucionais, as especificidades de sua comunidade, a inserção regional e a vinculação à concepção de normas e de sociedade que verifica os que vivem do trabalho, seus intelectuais e suas organizações. A primeira parte do livro é dedicada aos Fundamentos, Finalidades, Objetivos, Concepções e Princípios do Ensino Médio. A segunda parte do livro, apresenta algumas contribuições de professores, de cada uma das disciplinas, para a organização do PPP.
Palavras-chave: Educação Profissional. Ensino Médio. Mato Grosso.

FREIRE, Paulo. Editora: Paz e Terra.

Neste livro de Paulo Freire, a preocupação é a de acentuar os princípios e a fundamentação de uma educação que se define cada vez mais como prática da liberdade. Educação que não se reduz meramente à capacitação técnica, mas esforço através do qual os homens se decifrem a si mesmos como homens.
Fonte do arquivo: forumeja.org.br/livrospaulofreire
Palavras-chave: Agricultura. Serviço de extensão. Educação rural.

FANTE, Cleo. Editora: Artmed, 2005.
"Bullying" é um conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente, adotado por um ou mais alunos contra outros, causando dor, angústia e sofrimento. Com uma proposta de "Educar para a Paz", a pesquisadora e educadora brasileira Cleo Fante, escreveu o livro "Fenômeno Bullying". Em uma edição revisada e atualizada por recentes pesquisas, o texto apresenta o "Bullying", como um fenômeno que vem sendo tema de preocupação e de interesse nos meios educacionais e sociais em todo o mundo.
Fonte: www.observatoriodainfancia.com.br
Palavras-chave: Bullying. Violência. Escola.

OLIVEIRA, Dalila Andrade (Org.). Editora: Vozes, 1997.
Este livro é imprescindível para quem deseja aprofundar seus conhecimentos sobre as políticas educacionais. Apresenta dez ensaios sobre a implantação da gestão democrática da educação, e através de recortes epistemológicos e históricos, trabalha conceitos de autonomia, conselho escolar, municipalização do ensino, descentralização, avaliação, dentre outros.
Palavras-chave: Educação. Avaliação. Política educacional. Gestão democrática.

História da Pedagogia
CAMBI, Franco. 1999.
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O livro apresenta uma reconstrução/ interpretação da história da pedagogia ocidental - da Antiguidade pré-grega aos nossos dias -, segundo perspectivas que vêm delinear a novidade do empreendimento e o desejo de diferenciação em relação aos outros manuais dessa disciplina.

SAVIANI, Dermeval Editora: Autores Associados, 2007
VENCEDOR DO PRÊMIO JABUTI 2008 NA CATEGORIA EDUCAÇÃO, PSICOLOGIA E PSICANÁLISE
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Resultado de uma ampla pesquisa desenvolvida com apoio do CNPq, o livro aborda a trajetória das ideias pedagógicas no Brasil desde as origens em 1549 até os dias atuais.
Palavras-chave: Escola nova. Tradicional. Tecnicista. Pedagogia crítica. Neo-escolanovismo

FACÍON, José Raimundo (Org.). Editora: IBPEX, 2008.
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Neste livro, Facíon e outros estudiosos relatam experiências de sucesso vivenciadas em escolas que assumiram o desafio de abrir as portas e renovar suas estruturas para proporcionar uma educação mais integradora. Voltado a pais e educadores, este livro é reflexivo e motivador. Isso porque contempla etapas e esforços necessários para o sucesso da inclusão escolar, oferecendo elementos para a discussão do que é, de fato, a “exclusão”.
Palavras-chave: Educação. Inclusão em educação.
I

AQUINO, Julio Groppa (Org.). Editora: Summus, 1996.
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Esta obra apresenta múltiplas abordagens teóricas e possíveis encaminhamentos práticos para o problema da indisciplina na escola. Um panorama contemporâneo dos novos referenciais teóricos, além do pedagógico. Psicólogos, psicanalistas, sociólogos e pedagogos enfrentam a indisciplina com visão atualizada, propondo soluções criativas para a compreensão e o manejo do problema.
Palavras-chave: Disciplina. Educação. Escolas.

GARDNER, Dr. Howard. Editora: Objetiva, 2001.
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Neste livro Gardner traz a público cada passo do progresso do conceito de inteligência e acrescenta à relação duas novas vertentes: a naturalista e a existencial. Em seu novo estudo, o professor de psicologia e neurologia das universidades de Harvard e Boston, levanta também a possibilidade de que exista uma inteligência espiritual, mas ressalva que esta ainda carece de comprovação científica. Expõe, ainda, e de forma provocadora, as variadas formas de criatividade, liderança e excelência moral, e especula sobre a relação entre inteligências múltiplas e o mercado de trabalho no futuro.
Palavras-chave: Psicologia. Inteligência. Inteligências múltiplas.

SAVIANI, D.; LOMBARDI, I. C. (Org.). Editora: Autores Associados, 2008.
Acesse trechos do livro
A coletânea organiza e traz a público um conjunto de textos que abordam, de diversas perspectivas e tendências, o marxismo e a educação. Os autores contemplados consideram que o marxismo ainda tem muita coisa a falar sobre educação neste início do século XXI enfatizando a discussão sobre as perspectivas metodológicas, teóricas e políticas para a educação.
Palavras-chave: Educação. Filosofia. Filosofia marxista. Marx. Sociologia.

FREIRE, Paulo; SHOR, Ira. Editora: Paz e Terra.

Paulo Freire e Ira Shor trabalham com as angústias cotidianas do professor na experimentação da pedagogia do diálogo, nas mudanças de atitudes práticas e teóricas que a escolha dessa concepção de educação implica. É um estímulo, ao fornecer respostas e sugerir soluções às questões do dia a dia.
Fonte do arquivo: forumeja.org.br/livrospaulofreire
Palavras-chave: Educação. Professores. Prática pedagógica.

VASCONCELOS, Ana Maria Pinheiro. Editora: CENPEC, 2006.

Produto de uma parceria entre FIESP–Instituto e WCF-Brasil, o objetivo é proporcionar aos pais e amigos das crianças e adolescentes o contato com um tema importante, que exige presença ativa e compromisso educativo atento de todos ao seu redor. Colaboração de Patricia Lima.
Palavras-chave: Abuso sexual. Crianças. Violência sexual. Internet (Rede de computadores). Pedofilia.

QUINTANA, Mário Quintana; DRUMMNOD, Carlos;
LISPECTOR, Clarice. Editora: Unesco, 2009.

Preparada no âmbito da Década das Nações Unidas para a Alfabetização (2003-2012), esta publicação reúne textos de renomados escritores brasileiros, com textos inspiradores e de leitura empolgante e fácil, indicado primordialmente a leitores iniciantes.
Palavras-chave: EJA. Alfabetização. Antologias. Contos. Poesia. Letras de música.

FREIRE, Paulo. Editora: Cortez, 1996.

Este livro de leitura envolvente trata dos dilemas cotidianos da prática educativa, e a partir de afirmações de cunho progressista, nos mostra um caminho alternativo de mudança.
Fonte do arquivo: forumeja.org.br/livrospaulofreire
Além do livro em PDF, acesse o audiolivro: Capitulo 1 - Capítulo 2 - Capítulo 3 .
Palavras-chave: Autonomia. Educação. Ensino. Prática de ensino. Professores - formação profissional.

FREIRE, Paulo. Editora: Paz e Terra.

O livro apresenta a metodologia utilizada por Paulo Freire, a mais importante proposta pedagógica pensada a partir da realidade do Terceiro Mundo. Apesar dos mais de vinte anos que o separam da primeira edição, a metodologia mantém atual a avaliação do papel da educação, o vigor de suas perspectivas e sua aplicabilidade.
Fonte do arquivo: forumeja.org.br/livrospaulofreire
Palavras-chave: Alfabetização. Métodos. Alfabetização. Teoria.
LIBÂNEO, José Carlos. Editora: Cortez, 2005.

O livro reúne textos escritos ao longo da década de 1990 por José Carlos Libâneo com a intenção de responder à pergunta que dá título à obra. Constitui-se em autêntico manifesto em favor da pedagogia e, consequentemente, da profissão de pedagogo. Ao longo dos cinco capítulos do livro o autor expõe as razões que justificam a existência da pedagogia como "ciência da educação", posicionando-se em favor da especificidade da atuação profissional do pedagogo e formulando uma clara proposta para a sua formação.
Resenha enviada por Luciene Guiraud.
Palavras-chave: Pedagogia. Pedagogos. Ciência da educação.

SAVIANI, Demerval. Editora: Autores Associados, 2005.
Acesse trechos do livro
Este livro dá continuidade à obra 'Escola e democracia' explicitando a origem e significado da corrente pedagógica que se propõe a superar tanto os limites das pedagogias não críticas como das teorias crítico-reprodutivistas.
Palavras-chave: Dialética. Marxismo. Burguesia. Violência simbólica. Alfabetização. Gramsci.

FREIRE, Paulo. Editora: Cortez.

Os textos que compõe esse pequeno volume com exceção de apenas um,"Alfabetização como elemento de formação da cidadania", foram escritos no decorrer de 1992 e discutidos em reuniões ora no Brasil ora fora dele.
Fonte do arquivo PDF: forumeja.org.br/livrospaulofreire
Palavras-chave: Educação. Brasil. Política. Educação.

FREIRE, Paulo. Editora: Olho D´Água.

É pedagógico para um aluno chamar a professora de “tia”? Segundo o autor, esse tratamento é uma armadilha ideológica nada inocente. Neste livro Paulo Freire trata de questões bem concretas do cotidiano docente, tais como o rigor no preparo das aulas, as qualidades necessárias para professoras e professores progressistas, as relações com os alunos, a escuta da palavra e a leitura do mundo e a prática da disciplina sem cair no autoritarismo.
Palavras-chave: Educação. Professor. Magistério.
P

VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Editora: Papirus, 1995.
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O livro traz uma coletânea de temas como: construção coletiva do projeto político-pedagógico, gestão na escola, relações de poder, autonomia, princípios básicos de planejamento participativo e outros.
Palavras-chave: Projeto Político-pedagógico. Prática pedagógica. Espaço-tempo. Paradigma.

Que (e como) é necessário aprender?
TORRES, Rosa Maria. Editora: Papirus, 1994.
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Esse trabalho apresenta um retrato do estado atual do ensino na América Latina, contrastando experiências e sintetizando questionamentos comuns.
Palavras-chave: Ensino-aprendizagem. Formação docente. Prática pedagógica.

GASPARIN, I. Editora: Autores Associados, 2003.
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Este livro é uma alternativa de ação docente-discente na qual o professor não trabalha pelo aluno, mas com o aluno. A proposta de trabalho pedagógico consiste no uso do método dialético prática-teoria-prática. O autor divide a nova didática em cinco passos, e cada um deles tem como objetivo envolver o educando na aprendizagem significativa dos conteúdos. Dessa forma, os conteúdos e os procedimentos didáticos são estudados na interligação que mantêm com a prática social dos alunos. Colaboração de Patricia Lima.
Palavras-chave: Educação. Finalidades e objetivos. Educadores. Formação profissional. Ensino.

DUARTE, N.
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Neste livro o autor polemiza com uma tendência que estaria se tornando dominante entre os educadores que buscam, no terreno da psicologia, fundamentação em Vigotsky: a tendência a interpretar as ideias pedagógicas centrados no lema "aprender a aprender". Neste livro, o autor aponta para o papel ideológico desempenhado por esse tipo de apropriação das ideias seja, o papel de manutenção da hegemonia burguesa no campo educacional, por meio da incorporação da teoria vigotskyana ao universo ideológico neoliberal e pós-moderno.
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