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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Ensino Fundamental

Ensino Fundamental  é um dos níveis da Educação Básica no Brasil. O Ensino fundamental é obrigatório, gratuito (nas escolas públicas), e atende crianças a partir dos 6 anos de idade.
objetivo do Ensino Fundamental Brasileiro é a formação básica do cidadão. Para isso, segundo o artigo 32º da LDB, é necessário:

I – o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
II – a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III – o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV – o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
Desde 2006, a duração do Ensino Fundamental, que até então era de 8 anos, passou a ser de 9 anos. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB 9395/96) foi alterada em seus artigos 29, 30, 32 e 87, através da Lei Ordinária 11.274/2006, e ampliou a duração do Ensino Fundamental para 9 anos, estabelecendo como prazo para implementação da Lei pelos sistemas de ensino, o ano de 2010.

O Ensino Fundamental passou então a ser dividido da seguinte forma:

o Anos Iniciais – compreende do 1º ao 5º ano, sendo que a criança ingressa no 1º ano aos 6 anos de idade.

o Anos Finais – compreende do 6º ao 9º ano.

Os sistemas de ensino têm autonomia para desdobrar o Ensino Fundamental em ciclos, desde que respeitem a carga horária mínima anual de 800 horas, distribuídos em, no mínimo, 200 dias letivos efetivos.

O currículo para o Ensino Fundamental Brasileiro tem uma base nacional comum, que deve ser complementada por cada sistema de ensino, de acordo com as características regionais e sociais, desde que obedeçam as seguintes diretrizes:

I – a difusão de valores fundamentais ao interesse social, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem comum e à ordem democrática;
II – consideração das condições de escolaridade dos alunos em cada estabelecimento;
III – orientação para o trabalho;
IV – promoção do desporto educacional e apoio às práticas desportivas não-formais. (ART. 27º, LDB 9394/96)

A responsabilidade pela matrícula das crianças, obrigatoriamente aos 6 anos de idade, é dos pais. É dever da escola, tornar público o período de matrícula.

Além da LDB, o Ensino Fundamental é regrado por outros documentos, como as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, o Plano Nacional de Educação (Lei nº 10.172/2001), os pareceres e resoluções do Conselho Nacional de Educação (CNE) e as legislações de cada sistema de ensino.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Incentivo à doação de medula óssea



As lutas da vida real



Brincadeira


Em dezembro de 2011, Matheus Steilein Trevizani (foto), com 3 anos na época, começou a sentir fortes dores na perna. Após uma ressonância magnética, células de câncer foram encontradas. A mãe, Jaqueline, conta que em quase um ano de tratamento o menino jamais deixou de brincar, de correr ou de sorrir. “Ele é cheio de energia, de alegria. Encarou tudo como uma brincadeira.” Segundo ela, o vídeo mostra a importância de ser um doador. A dificuldade de encontrar alguém compatível fora da família é muito pequena. Quanto mais pessoas cadastradas como doadores, melhor.”

Careca


Isabella Matumoto, 19 anos (foto), encontrou no banco de doadores de medula óssea alguém compatível com ela e em breve poderá passar pelo procedimento. Ela não sabe seu nome, endereço, raça, idade ou sexo, mas espera que em dois anos (tempo em que nem doador nem receptor podem entrar em contato um com o outro) possa conhecê-lo. Ela havia decidido não participar do vídeo por não ter “assumido” a careca. Seu pai, Francisco Matumoto, resolveu substituí-la e ela se emocionou. “Agora vejo minha careca e tenho orgulho. Espero que o vídeo ajude muita gente”, conta.

Nossa missão é ajudar


Gabrielli Folle, 12 anos - Com 80% de chances de cura por meio do tratamento quimioterápico, que deve durar dois anos, Gabrielli Folle, de 12 anos, encara a luta com muita força e coragem. A mãe dela, Fabielli Folle, ainda não descartou a possibilidade de a menina ter de realizar o transplante no futuro, mas elas acreditam que é possível sim conscientizar as pessoas da importância de se tornarem doadoras. “Essa luta não é fácil. É preciso ficar atento a qualquer probleminha que ela tenha, como febre, alguma dor, até picada de mosquito pode se tornar algo muito grave. Mas nós acreditamos que estamos nesse mundo para ajudar o próximo. Assim, podemos fazer a diferença”, diz a mãe. E participar do vídeo foi um oportunidade para que elas ajudassem a tocar o próximo a fazer o bem. “[A sensação de ter participado] é incrível. É emocionante. Fico quase sem palavras. Muitas pessoas nem sabem que é possível ter esse ato de amor. Antes de eu passar por isso, também não sabia. Agora quero ajudar a divulgar”, conta a menina. “Acredito que muitas pessoas vão ver o vídeo, se emocionar e sentir que devem doar medula para salvar uma vida.”

Dois objetivos

Daniel Ansay, 30 anos - Após passar a sentir muito cansaço, Daniel Ansay, 30 anos, decidiu começar a praticar exercícios para melhorar seu condicionamento físico. Quando fez os exames recomendados, a leucemia foi detectada. Depois do choque inicial, Daniel passou a fazer o tratamento quimioterápico, hoje a doença já está controlada e ele recebeu alta. Mesmo não tendo precisado de transplante de medula, seus quatro irmãos fizeram os testes de compatibilidade e nem um poderia ser doador. Isso significa que, se no futuro ele tiver de fazer um transplante, precisará encontrar alguém cadastrado no banco de medula óssea. “Quando me convidaram para participar do vídeo, eu já estava em alta, mas aceitei na hora. Essa foi uma grande oportunidade para duas coisas: a primeira mostrar para quem sofre com o problema que há outras pessoas na mesma situação e estão lidando com isso sempre com muita força. E a segunda foi divulgar a importância de ser um doador de medula.”

A ajuda veio da Alemanha

Noah de Brito Nadalini, 1 ano e 3 meses - Aos 10 meses de idade, Noah de Brito Nadalini foi diagnosticado com leucemia. Como seu caso era grave, o bebê precisava o quanto antes de um transplante de medula óssea. Felizmente, em apenas quatro meses veio a notícia de que havia um cordão umbilical compatível na Alemanha. O material veio para o Brasil, e há três semanas, pouco tempo depois de Noah e seus pais terem participado das gravações do vídeo, ele foi submetido ao transplante. “Fizemos questão de participar do vídeo com o Noah. Nós já temos um blog, no qual divulgamos toda a história dele e incentivamos as pessoas a serem doadoras. Muita gente conta que depois que leu o blog resolveu se cadastrar no banco de doadores de medula óssea”, diz a mãe dele, Camila Brito Nadalini. O menino agora está bem, mas continua internado de forma isolada porque sua imunidade está muito baixa. “Por enquanto só meu marido e eu ficamos com ele. Os cuidados são muito intensos nessa fase, mas acredito que em três semanas possamos ir todos para casa.”
  Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1308843&tit=Video-com-portadores-de-leucemia-tem-26-mil-acessos-#ancora

segunda-feira, 15 de outubro de 2012