R E F L I T A:


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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Salário do Magistério


Magistério tem mais baixo salário entre as carreiras universitárias

Segundo o IBGE, porém, a diferença para demais profissionais com nível superior caiu.
De O Globo:
RIO E BRASÍLIA – O salário dos professores da educação básica no Brasil registrou, na década passada, ganhos acima da média dos demais profissionais com nível superior, fazendo encurtar a distância entre esses dois grupos. Esse avanço, no entanto, foi insuficiente para mudar um quadro de trágicas consequências para a qualidade do ensino: o magistério segue sendo a carreira de pior remuneração no país.
Tabulações feitas pelo O Globo nos microdados do Censo do IBGE mostram que a renda média de um professor do ensino fundamental equivalia, em 2000, a 49% do que ganhavam os demais trabalhadores também com nível superior. Dez anos depois, esta relação aumentou para 59%. Entre professores do ensino médio, a variação foi de 60% para 72%.
Apesar do avanço, o censo revela que as carreiras que levam ao magistério seguem sendo as de pior desempenho. Entre as áreas do ensino superior com ao menos 50 mil formados na população, os menores rendimentos foram verificados entre brasileiros que vieram de cursos relacionados a ciências da Educação — principalmente Pedagogia e formação de professor para os anos iniciais da educação básica.
Em seguida, entre as piores remunerações, aparecem cursos da área de religião e, novamente, uma carreira de magistério: formação de professores com especialização em matérias específicas, onde estão agrupadas licenciaturas em áreas de disciplinas do ensino médio, como Língua Portuguesa, Matemática, História e Biologia.
Pagar melhor aos professores da educação básica, no entanto, é uma política que, além de cara, tende a trazer retorno apenas a longo prazo em termos de qualidade de ensino. A literatura acadêmica sobre o tema no Brasil e em outros países mostra que a remuneração docente não tem, ao contrário do que se pensou durante muitos anos, relação imediata com a melhoria do aprendizado dos alunos.
No entanto, o achatamento salarial do magistério traz sérios prejuízos a longo prazo. Esta tese é comprovada por um relatório feito pela consultoria McKinsey, em 2007, que teve grande repercussão internacional ao destacar que uma característica dos países de melhor desempenho educacional do mundo — Finlândia, Canadá, Coreia do Sul, Japão e Singapura — era o alto poder de atração dos melhores alunos para o magistério.
— Não dá para imaginar que, dobrando o salário do professor, ele vai dobrar o aprendizado dos alunos. O problema é que os bons alunos não querem ser professores no Brasil. Para atrair os melhores, é preciso ter salários mais atrativos — afirma Priscila Cruz, diretora-executiva do Todos Pela Educação.
O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Franklin de Leão, concorda com o diagnóstico da baixa atratividade da profissão. Ele afirma que a carreira de professor, salvo exceções, acaba atraindo quem não tem nota para ingressar em outra faculdade. Para Roberto Leão, salário é fundamental, mas não o suficiente para melhorar a qualidade do ensino.
— Sem salário, não há a menor possibilidade de qualidade. Agora, claro que é preciso mais do que isso: carreira, formação e gestão.
Priscila Cruz também diz que o salário é só parte da solução:
— É preciso melhorar salários para que os alunos aprendam mais. Mas o profissional também tem que ser mais cobrado e responsabilizado por resultados. Não pode, por exemplo, faltar e ficar tantos dias de licença, como é frequente.
http://www.fabiocampana.com.br/2012/05/magisterio-tem-mais-baixo-salario-entre-as-carreiras-universitarias-do-brasil/#more-156243 

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Filhos mimados: como reverter o quadro de birras e manhas


Saiba o que fazer quando a criança não obedece regras 

As crianças mimadas podem ser um transtorno na vida dos pais: não obedecem regras, fazem o que querem e muitas vezes faltam com respeito. Depois que a criança é acostumada a ter tudo o que quer, fica cada vez mais complicado reverter a situação. A psicopedagoga Betina Serson dá conselhos para os pais que sofrem com o problema:

Educação desde cedo

Mesmo que o filho seja teimoso ou não aceite as regras estipuladas pelos pais, é preciso ser firme e manter a autoridade. “A melhor maneira de evitar criar filhos mimados é impor limites e regras claras adequadas à idade de desenvolvimento de cada um”, afirma a psicopedagoga. Alguns limites e regras são importantes para o desenvolvimento dos filhos, como:

- Tomar banho, assistir TV, estudar e outras atividades rotineiras devem ter um horário certo;
- Não recompensar a criança por qualquer atitude – ela precisa entender que tem obrigações a cumprir e que não se consegue sempre aquilo que quer;
- Ensinar que dividir é importante e que elas devem aguardar a sua vez – os pais não estarão à disposição o tempo todo;

Não desista de tentar

Se a criança já estiver mais crescida e não obedecer ordens, os pais não podem desistir de tentar impor limites. “Se os filhos estão acostumados a não seguirem regras e não terem limites, será mais difícil ‘reeducá-los’. Mas, com certeza, os pais conseguem se persistirem. A dica é começar com regras mais simples e com o tempo colocar regras mais rígidas. Para os filhos, os limites são um sinal de amor”, conta Betina.

Decisão conjunta

Deixar as atitudes mais severas somente para o pai ou para a mãe não é a melhor opção. Para a especialista, o casal deve tomar as decisões em conjunto: “Os pais precisam decidir juntos sobre as regras e dar prioridade àquelas que realmente são necessárias. Os limites e regras devem ser estipulados desde que o filho é um bebê”.

Como ensinar

Para que os filhos entendam as ordens e sigam as regras da casa, é preciso ser coerente e entender as necessidades da criança. “Se as regras forem colocadas de acordo com a idade e desenvolvimento dos filhos, eles vão entender e obedecer mais facilmente. O importante é sempre ser coerente”, aponta Betina. É importante lembrar que o dever dos pais é manter a autoridade e não ficar com dó dos filhos – o primeiro passo para a educação é ser firme e paciente.

Consultoria: Betina Serson, psicopedagoga e autora do livro “Seja o heroi dos seus filhos”.



A cabei de postar em MENU - Recursos, uma Sugestão de atividade para discutir o papel da mãe. Este trabalho está baseado na obra de literatura infantil “Se as coisas fossem mães”, da saudosa escritora Sylvia Orthof. A mesma é uma ótima opção de leitura para estimular uma  discussão sobre o papel da mãe.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Será que você anda dando muito valor para os bens materiais?

Material girl

A publicidade está em todo lugar: nas ruas, no shopping, na televisão e até no computador. Todo dia nós somos bombardeados por essas mensagens que  são como uma vozes que ficam no nosso inconsciente falando: “compre, compre, compre”. Que atire a primeira pedra quem nunca comprou nada por impulso, não é mesmo? Mas ninguém é obrigado a comprar o que não quer e quando esse desejo de gastar dinheiro com coisas desnecessárias torna-se muito forte, é porque algo está errado.

Como saber se você está dando muito valor ao consumo

Foto: Thinkstock/Getty Images

Consumismo
A psicopedagoga Betina Serson afirma que não só os adolescentes, mas toda a sociedade está muito consumista hoje em dia. E isso tem um motivo: “o que acontece é que desde muito cedo as crianças estão sendo acostumadas a consumir e a competir pelo melhor tênis ou roupas de marca”.

Material Girl
Para piorar a situação, Betina ressalta que é difícil de essa adolescente consumista perceber que está dando muito valor aos bens materiais porque, geralmente, ela já está inserida em um grupo acostumado a consumir: “ela não vê a diferença, mas os pais poderão sentir que o consumo está exagerado”.

Por isso, girls, fica a dica: se seus pais reclamarem que você anda gastando demais, comece a rever suas próprias atitudes e veja se realmente, não poderia economizar em alguns itens.

Educação financeira
A educação financeira deve começar desde muito cedo para saber como pode se gastar melhor o dinheiro. Segundo a psicopedagoga, a melhor maneira de aprender a cuidar do dinheiro é com os pais: “cabe aos pais ensinar em casa o valor do dinheiro e como o dinheiro deve ser gasto. O melhor exemplo é notar como os pais gastam o próprio salário e como administram as contas”, explica.

 “Será que preciso de ajuda?”
 Se seus pais e os amigos já disseram que você gasta demais é porque deve ser verdade, né? Não hesite em conversar com alguém sobre como fazer sua mesada render no final do mês e como segurar seu impulso na hora da compra! Você verá que economizando, vai comprar muito melhor e com mais consciência.

 Consultoria: Betina Serson – psicopedagoga

domingo, 22 de abril de 2012

terça-feira, 10 de abril de 2012

UMA BOA LEITURA, SEMPRE VALE A PENA CONFERIR. Vejam o livro: "Ensinando para Transformar Vidas"

De autoria de Howard Hendricks, o livro “Ensinando para transformar vidas”, Editora Betânia, é uma leitura que propicia uma boa reflexão, tanto para o educador cristão, como também do ensino secular. Compartilho com vocês algumas ideias que esse autor desenvolve em 7 capítulos da obra: • Quem pára de crescer hoje, pára de ensinar amanhã... Vez por outra é bom dar uma parada para nos perguntar: será que estamos fazendo tudo certo? • Se quisermos ensinar os alunos a pensar, aprender e trabalhar, temos que levá-los a dominar quatro habilidades básicas: ler, escrever, ouvir e falar. Ensinar é ao mesmo tempo uma ciência e uma arte. • Não devemos dar para os alunos atividades para as quais não tenhamos objetivos claros. As atividades devem ser associadas a situações em que os alunos se vejam obrigados a solucionar problemas. • Para se ensinar é preciso buscar um equilíbrio entre o conteúdo e a sua comunicação... entre o que comunicamos e o que vivemos... entre o que ensinamos e a maneira como ensinamos. A preparação é o mais importante utro bom método de ensino é dar tarefa com responsabilidade. • O processo ensino-aprendizagem é mais eficiente se tanto professor como alunos estão previamente preparados. Uma aula bem preparada não cai do céu na mão do professor. • passo que damos para assegurar o sucesso da nossa comunicação. • O caráter do professor gera confiança no coração do aluno. Quanto mais próximos estivermos deles, maior e mais permanente será o impacto que causaremos... • Qualquer pessoa sem exceção, pode sentir-se motivada para aprender. mas não todas ao mesmo tempo, nem da mesma forma, nem com o mesmo professor. O ensino será mais eficiente quando o aluno se encontra adequadamente motivado. O

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Penitenciárias do Paraná vão receber minibibliotecas para o projeto Remissão pela Leitura

                  
O diretor da Biblioteca Pública do Paraná, Rogério Pereira, entregou nesta terça-feira (3) à Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, 12 caixas-estante ou minibibliotecas destinadas ao projeto Remissão pela Leitura, que será implantado nas unidades do Sistema Penitenciário do Paraná, em maio. As 24 unidades penais vinculadas à Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos vão participar, beneficiando todos os apenados interessados.

Para cada livro e relatório de leitura ou resenha elaborada, avaliada e aprovada por uma comissão, presos têm direito a três dias de remissão de pena. O projeto Remissão pela Leitura está previsto na Lei de Execuções Penais, de 2011.

Segundo Rogério Pereira, a idéia é assegurar o direito ao conhecimento, à educação, à cultura e ao desenvolvimento da capacidade crítica por meio da leitura e da produção de resenhas, possibilitando a redução da pena.

Os presos com ensino fundamental deverão fazer relatórios de leitura e os do ensino médio e pós-médio deverão produzir resenhas, compreendendo resumo e apreciação crítica. Uma comissão de professores dos centros de Educação Básica para Jovens e Adultos (Ceebjas) fará a avaliação dos trabalhos.

fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/04/04/penitenciarias-do-parana-vao-receber-minibibliotecas-para-o-projeto-remissao-pela-leitura.htm 

sábado, 31 de março de 2012

Vale a pena conferir este site: www.criancasegura.org.br


10 Dicas para curtir o seu filho

Preparar a janta juntos, dançar, disputar jogos de tabuleiro, 

são algumas opções de lazer para fazer com a família e

estreitar os laços com as crianças

Creatas Images / Thinkstock / Gettyimages
Creatas Images / Thinkstock / Gettyimages
Você trabalha fora a semana toda e tem pouco tempo para curtir seu filho? Saiba que não é só nos finais de semana que você pode se divertir com ela, nem que é preciso levá-la em um passeio super especial para vocês passarem momentos agradáveis juntos.


“O mais difícil hoje em dia é ter tempo para tantas atividades e responsabilidades. As crianças também estão com uma agenda lotada. Por isso, é muito bom aproveitar todos os momentos livres para estar com a família. Não é necessário muito dinheiro ou a última tecnologia em brinquedos para se divertir e criar boas lembranças. Desses momentos descontraídos é que surgem boas conversas e você poderá saber o que realmente está acontecendo na vida do seu filho”, explica a psicopedagoga Betina Serson.  A seguir, a especialista sugere 10 atividades incríveis que você pode propor para fazer com seu filho em casa. É diversão garantida!


1. Crie um jornal em família – “Faça um jornal semanal da sua família e para a sua família. Escreva sobre o que houve de mais importante na vida de cada um naquela semana. Coloque fotos. Se os seus filhos forem mais velhos, peça para um escrever e o outro pegar as informações. É uma boa maneira de manter a sua família atualizada sobre a vida de cada um usando a tecnologia”.


2. Ajudar na cozinha -  “Enquanto você está cozinhando peça para o seu filho pequeno separar os feijões. É um excelente treino de pinça (motricidade fina). Está fazendo um bolo? Peça ajuda ao seu filho para peneirar a farinha ou o açúcar. Se o seu filho for mais velho, ele poderá ajudar na preparação de pratos”.


3. Mande torpedos – “Mantenha-se conectado com os seu filho mandando torpedos para saber como ele vai ou onde está. Lembre-se sempre de terminar com um ‘Eu te amo’ ou ‘Vamos nos ver mais tarde’”.


4. Faça uma caixa de sugestões –  “Ouço muito dos pais assim ‘Eu não sei mais o que fazer. Tudo o que eu proponho o meu filho não gosta’. Realmente ninguém pode adivinhar o que se passa na cabeça dos outros. Faça uma caixa de sugestões. Todos poderão dar a sua opinião sobre o que querem fazer e você não terá mais que adivinhar”.


5. Ande pela vizinhança – “Você já percebeu que muitas vezes não conhecemos a vizinhança onde moramos? Para conhecer melhor, saia com os seus filhos para conhecer o pedaço onde vocês moram. Mas de uma maneira diferente. Use uma moeda. A cada esquina, jogue a moeda e dependendo se der cara ou coroa você vai virar à direita ou à esquerda. Combine antes de sair de casa se cara será direita ou coroa direita. Será muito divertido cada vez fazer um trajeto diferente”.


6. Decida uma refeição que a família fará junta – “Uma pesquisa feita nos Estados Unidos chegou a conclusão de que as famílias que faziam uma refeição por dia junto, pelo menos quatro vezes por semana, tinha crianças mais ajustadas com melhores notas e amizades. Nem que seja o café da manha. Sente e faça dessa refeição uma rotina com seus filhos”.


7. Assista televisão junto com o seu filho – “Quando o seu filho estiver assistindo televisão, sente e assista junto. No intervalo, pergunte sobre o que vocês viram. Muitas vezes as crianças estão olhando  a televisão, mas não necessariamente assistindo. Você só fará parte da vida do seu filho se sentar e assistir com ele e souber mais da vida dele”.


8. Noite de jogos – “Faça uma vez por semana uma noite de jogos na sua casa. E escolha alguns jogos de tabuleiro em que todos possam participar. Esses jogos, apesar de serem antigos, ainda são muito divertidos. Se quiser, convide os amigos dos seus filhos”.


9. Karaokê -  “Promova uma noite de karaokê na sua casa. É muito divertido. O ditado ‘Quem canta seus males espanta’ é uma verdade.  Se não tiver uma máquina de karaokê, com certeza um de seus vizinhos ou amigos terão. Deixe todo o mundo cantar sem se sentir envergonhado.


10. Dance – “Faça uma noite de danças na sua casa. Você só precisará de alguns CDs e afastar alguns móveis da sala para ter mais espaço. Coloque vários ritmos. E nunca se esqueça que esses momentos são muito importantes. Faça da sua família uma prioridade. Só assim teremos uma sociedade menos violenta, com melhores profissionais e cidadãos”.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Onde se encaixa a proposta pedagógica de sua escola de Educação Infantil?

Documento elaborado pela Superintendência da Educação – Coordenação Pedagógica da Educação Infantil, Secretaria de Estado da Educação, Estado do Paraná, pontua sete forma pelas quais os centros de educação infantil tentam organizar e selecionar os conteúdos que norteiam sua prática pedagógica:

1º Muitas Instituições organizam seu trabalho pedagógico a partir das áreas de desenvolvimento da criança: motora, cognitiva, socioafetiva, e de linguagem, ou nas áreas psicomotora, socioemocional, linguística e do pensamento lógico-matemático. Essa forma de organização,reflete a concepção de que o desenvolvimento precede o conhecimento. Muitas vezes desenvolve atividades desprovidas de conhecimento cultural.

2º Outras organizam o trabalho baseando-se em conteúdos ou a partir de áreas de conhecimento definidas historicamente pela escola - Língua Portuguesa, Matemática. Ciências Naturais, Ciências Sociais, Artes e Educação Física. Reproduzem o modelo tradicional, das escolas de Ensino Fundamental. Não tem dado conta de todas as dimensões do cuidar e do educar previstas legalmente para a educação Infantil.
3º Existem algumas instituições que organizam seu currículo a partir do livro didático, direcionando um trabalho padronizado e empobrecedor, não levam em conta a diversidade cultural das crianças. As atividades são realizadas apenas com o uso do papel.
4º Algumas ainda se organizam a partir de “datas comemorativas”, muitas vezes repetidas ano a ano. Limitam a riqueza de possibilidades apontadas pela curiosidade das crianças.
5º Muitas instituições organizam seu trabalho com base no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, o qual propõe dois âmbitos de experiência: “formação pessoal” e “conhecimento de mundo”, criticado na época de seu lançamento, principalmente por trazer uma referência única para a realidade brasileira, tão diversa.
6º Algumas instituições se organizam tendo como eixo de todo trabalho pedagógico as artes e o brincar, Privilegia as múltiplas linguagens que a criança utiliza ao interagir com o mundo. Essa perspectiva nega o processo de escolarização precoce.

 7º Outra forma de organização de conteúdos é a definição da “cultura” como eixo de trabalho. Toma como ponto de partida as experiências que as crianças vivenciam e se apropriam no seu universo cultural. Dessa forma a instituição por meio de um trabalho planejado, possibilita que as crianças brinquem, sejam cuidadas, descubram, troquem, aprendam e criem os valores, os costumes, as diferentes linguagens, os saberes sobre a natureza e a cultura.

Você poderá obter o documento na íntegra acessando:

pt.scribd.com/doc/49043954/Educacao-Infantil-SEED

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Oficina publicada no Portal DIA A DIA

Link para este conteúdo:

Professora: Raquel Pereira Dias
E-mail para contato: raqueldbrito@seed.pr.gov.br
Instituição / Escola: Instituto Estadual de Maringá
Município / Estado: Maringá - PR
Segmento Escolar em que foi aplicado: alunos do curso Formação de Docentes.
Foi utilizado algum recurso do Portal? Não

Relato
Vejam logo abaixo, as fotos das alunas do 3º ano do Curso de Formação de Docentes em nível médio do IEEM, que participaram nos dias 17/09/11 e 01/10/201, da Oficina: “Cartografia aplicada”, cuja professora Maria Simões de Brito é a coordenadora de Prática de Formação do Curso, no período noturno.

Este curso é destinado à formação inicial do professor do nível I, onde devem cumprir uma carga horária de estágio que inclui: estudos, oficinas, pesquisas, observações participativas em salas de aula, docências em turmas do 1º ao 5º ano. Esse trabalho é enriquecido com a realização de oficinas voltadas para diversas áreas do conhecimento, que nesta oportunidade, contemplou o ensino de Geografia.

O evento realizado teve uma carga horária de 8 horas. Quem ministrou esta oficina foi a professora Raquel Dias de Brito, graduada em Geografia pela Universidade Estadual de Maringá e professora da rede estadual pública de ensino do Estado do Paraná, Núcleo Regional de Maringá. Contou ainda com a participação das professoras Maria Estela Gozzi e Lucília Vernashi de Oliveira, professoras de Estágio da turma.

Após um período de embasamento teórico, as alunas participaram de atividades práticas que proporcionaram um aprendizado significativo. Estes conteúdos contribuirão para as práticas do exercício da futura profissão.

Os objetivos desta oficina foram:
a) conhecer as formas de utilização do mapa como um dos instrumentos que auxiliam no entendimento da disciplina de Geografia;
b) desenvolver a linguagem cartográfica através do processo de alfabetização cartográfica.

O evento atingiu os objetivos esperados, uma vez que as alunas participaram ativamente durante as práticas, demonstrando interesse e curiosidade sobre os temas abordados.

Fotos de alguns momentos da Oficina

Professora Raquel ministrando o curso
Prof. Raquel ministrando o curso
Alunas trabalhando com atlas
Alunas trabalhando com atlas
Professora Raquel e o manuseio de mapas
Prof. Raquel e o manuseio de mapas
Maquete construída pelo grupo 3
Maquete construída pelo grupo 3   

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Municípios não informam corretamente como gastam dinheiro da educação

                        Por Suellen Smosinski 

Nas contas dos municípios – pelo menos no que se refere à educação – o detalhamento dos gastos é colocado de lado e as prestações de contas são mais relatórios que vão cumprir a burocracia que instrumento de gestão e planejamento. Essa é uma das conclusões que se pode tirar do estudo Perfil dos Gastos Educacionais nos Municípios Brasileiros, realizado pela Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação).

“Não dá para dizer que uma criança de educação infantil custa R$ 3,75 por ano, como fez uma prefeitura”, afirmou Cleuza Repulho, presidente da Undime. Numa prestação de contas no sistema federal de controle de gastos (o Siope - Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação), um secretário municipal informou esse valor.

Segundo o relatório da Undime, “não há controle prático sobre os gastos que efetivamente são registrados nos balanços contábeis como realizados para manutenção e desenvolvimento da educação”. Para se ter uma ideia, os municípios foram responsáveis por 39,1% das verbas investida no setor em 2009, contra 19,7% da União segundo um estudo publicado pelo Ipea no final do ano passado.
Por determinação constitucional, os municípios são obrigados a aplicar pelo menos 25% da arrecadação de impostos e transferências em educação.

 Erro

A tentativa (frustrada) de levantar o perfil dos gastos educacionais dos municípios brasileiros fez a Undime perceber que muitas secretarias não informam corretamente os valores ao Siope e, portanto, ao MEC (Ministério da Educação). Os formulários deveriam ser preenchidos pelos secretários municipais de educação de cada cidade, mas o estudo concluiu que, muitas vezes, essa atividade é terceirizada para escritórios de contabilidade.

Não haveria problema se os gestores mantivessem controle sobre quanto e como é gasto o orçamento da educação. Com isso, os dados oficiais sobre os investimentos em educação acabam distorcidos. A situação fica mais delicada no contexto da tramitação do PNE (Plano Nacional de Educação) na Câmara dos Deputados, em que uma das principais disputas é justamente o percentual do PIB investido na área.

Diante das inconsistências observadas no sistema federal, a Undime entrou em contato com prefeituras de mil municípios para realizar um estudo próprio, porém, muitas delas não responderam ao questionário ou apresentaram dados imprecisos. A região Norte, por exemplo, ficou de fora da estimativa sobre gastos por aluno com creche e EJA (Educação de Jovens e Adultos) e o Estado do Amapá não teve nenhum questionário respondido. O estudo final contou com apenas 224 municípios, o que representa 22,4% da amostra inicial.

Para a presidente da Undime, “os prefeitos devem ter nos secretários de educação um parceiro que saiba gerir as verbas de acordo com a necessidade do município”. Ela também afirma que o problema principal não é gestão e sim a falta de recursos. “Quando a gente consegue concentrar dinheiro e esforços faz toda a diferença para a qualidade da educação”, disse. 

Gastos por aluno

Com os dados disponíveis, a Undime concluiu que o Nordeste gasta 4,4 vezes menos que o Sudeste por aluno na creche. Já, no ensino fundamental, a primeira região gasta pelo menos duas vezes menos que a segunda. “Nenhuma criança pode ter a sorte ou o azar de nascer em um local onde o gestor seja mais ou menos comprometido com a educação”, afirmou Cleuza sobre as desigualdades apontadas no estudo.

Estimativa de valor por aluno das redes municipais por Região (ano de 2009)


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Vejam o caso de indisciplina escolar ocorrido em uma escola de Maringá

Relato do professor Valdecir Barboza

Sou físico, professor e vice-diretor de um colégio estadual de Maringá. Estou eu dando aula para uma turma de segundo ano. Era 21/6/11 e, talvez. "pela entrada do inverno", resolveu também ir à aula uma daquelas "alunas turistas", que aparecem vez por outra "para fazer um social". Para rever os conhecidos. Por três vezes tive que pedir licença à mocinha para poder explicar o conteúdo que abordávamos. Parece que estão fazendo um favor em nos permitir um espaço de fala. Eis que após insistentes pedidos, estando eu no meio de uma explicação que necessitava de bastante atenção de todos, toca o celular da aluna, interrompendo todo um processo de desenvolvimento e uma idéia e prejudicando o andamento da aula. mudei o tom do pedido e aconselhei aquela menina que, se o objetivo dela não era o de estudar, então que procurasse outro local, que fizesse um curso à distância ou coisa do gênero, pois ali naquela sala estavam pessoas que queriam aprender e que o colégio era um local aonde se vai para estudar. Então, a "estudante" quis argumentar, quando falei que não discutiria mais com ela. Neste momento tocou o sinal e fui para a troca de turma. A menina resolveu ir embora e desceu as escadas chorando por ter sido repreendida na frente de colegas. De casa sua mãe ligou para a a escola e falou com o vice-diretor da noite, relatando que tinha conhecidos influentes em Porto Alegre e que aquilo não iria ficar assim. Em nenhum momento procurou escutar a minha versão nem mesmo para dizer, se fosse o caso, que minha postura teria sido errada. Tampouco procurou a diretoria da escola. Qual passo dado pela mãe? Polícia Civi!... Isso mesmo!... Tive que comparecer no dia 13/7/11 na delegacia de polícia, para prestar esclarecimentos por ter constrangido("?") uma adolescente de 17 anos, que muito pouco frequenta as aulas e quando o faz é para importunar seus colegas e professores. A que ponto que chegamos? Isso é um desabafo!...
 Fonte: Cópia retirada na íntegra do jornal "O Diário" - 05/02/2012 p. A2

Reflexões
Que inquietações esta ocorrência provoca nos pais e mães de alunos, colegas de magistério, docentes ou gestores?

Quais lições as famílias e a escola podem extrair desta ocorrência?

Que medidas educativas podem ser tomadas nos lares e na escola após as ocorrências de indisciplina de seus alunos?

Que trabalho preventivo pode ser desenvolvido em sala de aulas e nas instituições de ensino, envolvendo as famílias dos educandos e a comunidade, com a finalidade de: valorizar a apropriação do conhecimento; o papel da escola; reconhecer os educadores como sendo um dos aliados mais próximos, e que muito podem contribuir para a formação de valores éticos nas crianças e adolescentes deste país?

Qual a responsabilidade e o papel da imprensa diante da divulgação deste fato?

Se a imprensa publica apenas uma visão de um ocorrido, certamente deixará de cumprir principalmente, sua função social.

Como a imprensa poderia também explorar este fato, com a intenção de mostrar à sociedade o seu papel social?
 
NOTA: Nos próximos dias estaremos publicando algo mais relacionado a esta discussão. Também sou professora. Exerci a função de Orientadora Educacional em uma escola pública de Maringá durante 23 anos. O problema da indisciplina na escola é seríssimo. Compromete além da aprendizagem dos alunos, a segurança de toda a comunidade escolar.

Maria Simões de Brito 

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Unicef lista dez maneiras de contribuir para uma infância sem racismo

Por Amanda Cieglinski
Da Agência Brasil em Brasília

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lança hoje (29) uma campanha para combater o racismo contra crianças negras e indígenas. Uma dos objetivos é orientar os adultos sobre como tratar o tema da diversidade com as crianças e evitar que o preconceito se perpetue. Veja dez dicas listadas pelo fundo para lidar com a questão:

1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.

2. Palavras, olhares, piadas e algumas expressões podem ser desrespeitosas com outras pessoas, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer!

3. Não classifique o outro pela cor de pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime.

4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apóie-o. Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usufruir de seus direitos igualmente. Toda criança tem o direito a crescer sem ser discriminado.

5. Não deixe de denunciar. Em todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa junto ao conselho tutelar, às ouvidorias dos serviços públicos, da OAB e nas delegacias de proteção à infância e adolescência. A discriminação é uma violação de direitos.

6. Proporcione e estimule a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de aula, em casa ou em qualquer outro lugar.

7. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial.

8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e de pessoal com base na multiculturalidade e na igualdade racial. Procure saber se o local onde você trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale disso com seus colegas e supervisores.

9. Órgãos públicos de saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você pode cobrar essa postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade. Valorize as iniciativas nesse sentido.

10. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra e como enfrentar o racismo. Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura.
Fonte: http://www.educarpv.com/2010/11/unicef-lista-dez-maneiras-de-contribuir.html 

domingo, 29 de janeiro de 2012

Para Refletir

"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."

( Carlos Drummond de Andrade )

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Educação e trabalho na prisão reduzem reincidência no crime - Veja também o exemplo da PEM no vídeo

Priscila Forone/Gazeta do Povo
Priscila Forone/Gazeta do Povo / Na Penitenciária Feminina do Paraná, 206 mulheres montam equipamentos eletrônicos. A cada 3 dias trabalhados, um é descontado da penaNa Penitenciária Feminina do Paraná, 206 mulheres montam equipamentos eletrônicos. A cada 3 dias trabalhados, um é descontado da penaComunidade



No Paraná, 30% dos presos estudam e 25% trabalham. Meta é chegar a 100%. Na penitenciária feminina, metade das internas trabalham
 Por Paola Carriel
Um dos maiores desafios da segurança pública no Brasil é garantir que egressos do sistema carcerário não voltem a cometer crimes. Para isso, é preciso acesso à educação e à profissionalização. Embora não exista pesquisa nacional a respeito, especialistas afirmam que quando o preso trabalha ou estuda a reincidência cai de 70% para 20%. Essa é a aposta do Paraná, que até o fim de 2014 quer todos os internos de seu sistema penitenciário estudando ou trabalhando.
Uma parceria entre a iniciativa privada e o governo estadual fez com que, nos últimos 15 anos, 250 mulheres pudessem trabalhar enquanto cumpriam a pena de privação de liberdade no estado. A ação da empresa Bematech na Penitenciária Feminina do Paraná, localizada em Piraquara, Região Metropolitana de Curiti­ba, começou há quase duas décadas por sugestão de um funcionário que desenvolvia uma ação de voluntariado.

Os gestores da empresa, que trabalha com automação comercial, acataram a sugestão de montar um canteiro de produção dentro da penitenciária e oferecer uma oportunidade às presidiárias.
A iniciativa foi bem sucedida e hoje trabalhar na empresa é o desejo de quase todas as mulheres, que passam por um longo e concorrido processo de seleção, envolvendo desde bom comportamento até competências individuais.

Boa produtividade
Duas vezes por semana um funcionário da Bematech vai até a penitenciária para entregar materiais e realizar uma formação com as mulheres. “Elas trabalham como qualquer fornecedor e têm uma boa produtividade”, conta o presidente da empresa, Cleber Morais. Para ele, esta é uma forma de contribuir com a sociedade e fazer uma ação de responsabilidade social.

Das 421 mulheres que hoje estão presas na penitenciária feminina, 206 trabalham. Há no local, além da Bematech, uma empresa de costura. Vice-diretora da unidade, Daniela Fidalgo de Barros explica que parte da remuneração recebida é destinada aos familiares, que muitas vezes usam a verba para comprar itens de higiene pessoal e alimentação para as próprias detentas. Cerca de 20% do salário fica em uma poupança, entregue no dia da soltura. Daniela conta que o trabalho também proporciona uma rotina mais tranquila dentro da penitenciária.

ONGs e direitos
O trabalho de organizações não governamentais também é fundamental para a garantia dos direitos das pessoas privadas de liberdade e para a ressocialização dos presos. Instituições como a Pastoral Carcerária e Justiça Global foram as responsáveis por levar a público as graves violações que ocorrem nas penitenciárias brasileiras.

No Paraná, a ONG Iddeha (Instituto de Defesa dos Direitos Humanos) criou um centro de referência no complexo penal de Piraquara após uma rebelião em 2010.

A organização foi procurada por familiares dos presos e ajudou na mobilização por melhores condições, além de receber denúncias e realizar encaminhamentos jurídicos. A assistente social do Iddeha, Renaria Silva, conta que algumas mulheres chegaram a criar uma rede para acompanhar as reivindicações. Hoje o projeto está paralisado por falta de verbas.

Entrave nos governos deixa vagas em aberto
Em 2009, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou o programa Começar de Novo, com o objetivo de garantir aos ex-detentos uma oportunidade de trabalho, para que possam recomeçar a vida com alguma expectativa. Até agora, 2.211 presos já encontraram trabalho por meio da iniciativa, mas ainda há entraves nos governos estaduais e 2,8 mil vagas ainda não foram preenchidas.

Além de fazer campanhas para conscientizar a sociedade, o CNJ lançou o Portal de Oportu­­nidades, onde empresas podem se cadastrar e disponibilizar vagas tanto para presos quanto para egressos do sistema carcerário. Outra ação do órgão foi o lançamento de duas cartilhas, para homens e mulheres, explicando os direitos e os deveres dos detentos.

Em setembro do ano passado, o ministro Cezar Peluso, atual presidente do CNJ, declarou que o Brasil tem uma das maiores taxas de reincidência do mundo, com 70%. Isso significa que, de cada 10 presos, sete voltam a cometer crimes após serem libertados. Segundo o órgão, hoje só 14% dos detentos trabalham e apenas 8% estudam.

No Paraná, a meta é de 100% de acesso à profissionalização e educação até o fim de 2014. Ou seja, o governo pretende que todos os presos em penitenciárias do estado estejam trabalhando ou estudando. No fim do ano passado, 30% dos apenados estavam estudando (contra 24% em 2010) e 25% trabalhavam (eram 22,5% no ano anterior).

O Começar de Novo teve início a partir da realização dos Mutirões Carcerários, explica o juiz auxiliar da presidência do CNJ Márcio Fraga. “A soltura sem possibilidade de a pessoa se restabelecer não adiantava”, explica. Para os empresários que aceitam o desafio de empregar detentos e ex-detentos, Fraga diz que os benefícios são grandes. “Eles são geralmente bastante dedicados ao trabalho e existem vantagens previdenciárias. Além disso, há a responsabilidade social.”

fonte: http://www.gazetamaringa.com.br/online/conteudo.phtml?tl=1&id=1216866&tit=Educacao-e-trabalho-na-prisao-reduzem-reincidencia-no-crime

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A Indisciplina na sala de aula

Por Sheila Cristina de Almeida e Silva Machado
Sheila Cristina de Almeida e Silva Machado Graduada em Pedagogia; Especializada em Orientação Educacional; Pós-Graduada em Psicopedagogia; Atua como Orientadora Educacional no Colégio Poliedro de São José dos Campos – SP.

Primeiro dia de aula. Professor novo. Turma pouco afeita ao estudo. No caminho para seus novos afazeres os corredores da escola não parecem nada animadores para o recém-chegado professor. Na sala de aula todos os alunos estão de pé, circulando despreocupadamente, sem qualquer tipo de compromisso com o trabalho que está apenas começando.

Querem falar de outros assuntos, mais próprios e interessantes em sua opinião para pessoas que, como eles, estão em idade para freqüentar o Ensino Médio. Matemática não lhes parece parte integrante dos conhecimentos que necessitam para sobreviver na selva que percebem em seus cotidianos. Jaime, seu novo professor, mal consegue se apresentar, pois é interrompido com menos de 10 minutos em sala de aula pelo acionamento do sinal que faz com que todos os alunos saiam rapidamente da classe.
É apenas mais uma entre várias “brincadeiras” promovidas pelos alunos para interromper o trabalho que está sendo desenvolvido. Numa outra aula, quando as primeiras páginas do livro estavam sendo abertas no capítulo sobre frações e porcentagens, surgem dois novos alunos, atrasados, que trazem consigo justificativas que lhes permitem permanecer na aula.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Como escolher uma escola para seu filho


A escola ajuda na formação do caráter do seu filho.



Atualmente temos um número elevado de escolas espalhadas pelo Brasil, essa grande quantidade faz com que os pais fiquem perdidos na hora de escolher em que escola matricular os filhos.
Quais são os critérios que devem ser avaliados na hora da escolha?

1º - Os pais devem fazer uma lista de escolas.

2º - Dentro dessa lista os pais deverão descartar as escolas que não estão de acordo com seus valores (conservador ou liberal).

3º - Os pais devem visitar a escola e questionar sua proposta pedagógica.

4º - Durante a visita à escola os pais devem prestar atenção no atendimento, no estacionamento, principalmente, na entrada e saída, pois esses, geralmente, causam problemas.

5º - Observar se a escola é atual, ou se continua com os métodos antigos de ensino, se prepara o aluno somente para a vida ou se também o prepara para o mercado de trabalho.

6º - Os pais devem ter atenção se a escola incentiva a solidariedade, o respeito, a ética, entre outros conceitos que formam o ser humano de caráter honroso.

7º - Verifique se a escola oferece um bom espaço físico, tendo uma estrutura segura que disponibiliza áreas de lazer para o estudante.

8º - Atente-se para a qualificação dos profissionais que ali trabalham.

9º - Descubra como são tratados os atrasos dos alunos, como a escola se comporta diante de assuntos polêmicos.

10º - Analise os recursos que a escola disponibiliza aos seus alunos.

Se o seu filho for adolescente, você deverá sentar e ouvir a opinião dele sobre as escolas candidatas. Ao entrar em um consenso com os filhos é hora de matricular.
Na hora da escolha é importante que os pais façam um amplo questionamento sobre diversas diretrizes.
A escola é um espaço destinado ao aprendizado da criança, mas lembre-se que a educação começa em casa, ou seja, são os pais que iniciam e participam da educação dos filhos.

Por Eliene Percília
Equipe Brasil

fonte: http://www.brasilescola.com/volta-as-aulas/como-escolher-uma-escola-para-seu-filho.htm
 

Como encarar o primeiro dia de aula?

    Início das aulas muitas vezes é marcado por insegurança

 
 
As férias estão terminando e um novo ano letivo está às portas. O início das aulas, muitas vezes, é marcado por insegurança em algumas crianças, já que se trata de um momento de mudança onde é normal sentir medo. Porém, lembre-se que não é necessária tanta preocupação assim, uma vez que a situação é tão nova para você, quanto para os colegas e professores.

Para enfrentar a insegurança dos primeiros dias, vale algumas dicas: no primeiro dia de aula chegue mais cedo para ter tempo de se aproximar e conversar com as pessoas; estabeleça um relacionamento com a nova professora desde o início; trate todos os funcionários da escola com educação e respeito. Organize-se também um dia antes: confira se todo o material necessário está dentro da mochila, separe o uniforme, durma mais cedo, tome um café da manhã reforçado. Boa aula!

Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola


domingo, 8 de janeiro de 2012

PEC institui meritocracia como princípio do ensino público brasileiro

Edmar Arruda

A Câmara analisa proposta de emenda à Constituição que estabelece a meritocracia como um dos princípios do ensino público brasileiro. A medida está prevista na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 82/11, do deputado Edmar Arruda (PSC-PR).


A Constituição hoje já prevê oito princípios para a educação no Brasil, entre eles: igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas; gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; e garantia de padrão de qualidade.

O acréscimo da meritocracia, segundo Arruda, iria “reconhecer o esforço daqueles que apresentam resultados acima da média”. A ideia, de acordo com o deputado, é garantir mecanismos de retribuição pelo desempenho dos professores. “Dessa forma, criaremos um ambiente de estímulo à produtividade de nossos docentes da rede pública”, argumentou.

“O Brasil finalmente despertou para a importância da qualidade do ensino público e para a necessidade de constantes aprimoramentos nos investimentos na área de pesquisa e desenvolvimento. Percebemos, enfim, que existe uma correlação direta entre a solidez da base científica de que dispomos e o desenvolvimento econômico da Nação”, afirma ainda o autor da proposta.

Tramitação
A admissibilidade da proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada, a PEC será examinada por comissão especial e votada pelo Plenário em dois turnos.

fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/207478.html

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Procurador entra com ação contra 'falta de transparência' do Enem

Por FELIPE LUCHETE  de  SÃO PAULO

O Ministério Público Federal no Ceará ajuizou mais uma ação contra o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), pedindo dessa vez que os critérios de correção sejam explicados pelo Inep (instituto do Ministério da Educação responsável pela prova).

Alunos questionam pontuação do Enem e fazem até site de queixas

O procurador Oscar Costa Filho, autor da ação, é o mesmo que tentou anular o exame em todo o país em novembro. No documento, ele critica a "falta de transparência" do Inep.

O procurador disse à Folha que recebeu vários e-mails com reclamações de candidatos, que não entendem os métodos de pontuação da TRI (Teoria de Resposta ao Item) --na qual o exame se baseia-- e apontam incongruências entre o número de acertos e as notas.

Os resultados do Enem foram divulgados no dia 21. Um site (enemurgente.com) e uma comunidade no Facebook já reúnem críticas ao método.

Segundo o procurador, o edital da prova não explica a metodologia, o que abre espaço para "arbitrariedades" na seleção das 95 instituições que se basearão na nota.

Ele disse que o Inep precisa esclarecer quais são as questões consideradas fáceis, médias e difíceis, para que os candidatos saibam como confirmar se a nota divulgada é real.

Caso a Justiça Federal conceda liminar favorável, a explicação poderá ser feita genericamente em nota oficial na internet, segundo Costa Filho.

O Ministério da Educação e o Inep declararam que só vão se pronunciar na Justiça.

METODOLOGIA
Na TRI, as questões não têm o mesmo peso e o número total de acertos conta pouco na prova.
As questões são divididas em fáceis, médias e difíceis, e o desempenho do candidato é variável: se acertou apenas as fáceis e difíceis a nota cai, pois há indício de que ele "chutou".

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saber/1026928-procurador-entra-com-acao-contra-falta-de-transparencia-do-enem.shtml

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Saiba como usar o Enem para certificação de ensino médio

 

Veja qual a nota mínima exigida e os locais para dar entrata no pedido de diploma

iG São Paulo

Pessoas que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio para obter a certificação de conhecimentos equiparáveis a etapa de ensino devem obter ao menos 400 pontos em cada uma das quatro áreas da prova e 500 pontos na redação. Quem conseguiu a nota deve imprimir o boletim individual e procurar um dos pontos certificadores em todo o Brasil.


Veja abaixo a relação completa de pontos certificadores:
Acre
Instituto Federal (Campus Avançado de Xapuri, Campus Cruzeiro do Sul, Campus Rio Branco, Campus e Sena Madureira)
Secretaria Estadual
Alagoas
Instituto Federal (Campus Arapiraca, Campus Avançado de Murici, Campus Avançado de Santana do Ipanema, Campus Avançado de São Miguel dos Campos, Campus Maceió, Campus Maragogi, Campus Marechal Deodoro, Campus Palmeira dos Índios, Campus Penedo, Campus Piranhas, Campus Satuba)
Secretaria Estadual
Amazonas
Instituto Federal (Campus Coari, Campus Lábrea, Campus Manaus Centro, Campus Manaus Distrito Industrial, Campus Manaus Zona Leste, Campus Maués, Campus Parintins, Campus Presidente Figueiredo, Campus São Gabriel da Cachoeira e Campus Tabatinga)
Secretaria Estadual
Amapá
Instituto Federal (Campus Laranjal do Jari e Campus Macapá)
Secretaria Estadual
Bahia
Instituto Federal (Campus Barreiras, Campus Camaçari, Campus Eunápolis, Campus Feira de Santana, Campus Ilhéus, Campus Irecê, Campus Jacobina, Campus Jequié, Campus Paulo Afonso, Campus Porto Seguro, Campus Salvador, Campus Santo Amaro, Campus Simões Filho, Campus Valença, Campus Vitória da Conquista, Campus Bom Jesus da Lapa, Campus Catu, Campus Guanambi, Campus Itapetinga, Campus Santa Inês, Campus Senhor do Bonfim, Campus Teixeira de Freitas, Campus Uruçuca, Campus Valença (CEPLAC)
Secretaria Estadual
Ceará
Instituto Federal (Campus Aracaú, Campus Avançado Aracati, Campus Avançado de Baturité, Campus Avançado de Jaguaribe, Campus Avançado de Tauá, Campus Avançado de Tianguá, Campus Canindé, Campus Cedro, Campus Crateús, Campus Crato, Campus Fortaleza, Campus Iguatu, Campus Juazeiro do Norte, Campus Limoeiro do Norte, Campus Maracanaú, Campus Quixadá, Campus Sobral
Secretaria Estadual
Distrito Federal
Inistituto Federal (Campus Brasília, Campus Gama, Campus Planaltina, Campus Samambaia, Campus Taguatinga)
Secretaria Estadual
Espírito Santo
Instituto Federal (Campus Alegre, Campus Aracruz, Campus Cachoeiro de Itapemirim, Campus Cariacica, Campus Colatina II, Campus Itapina (Colatina I), Campus Linhares, Campus Nova Venécia, Campus Santa Teresa, Campus São Mateus, Campus Serra, Campus Vitória)
Secretaria Estadual
Goiás
Instituto Federal (Campus Anápolis, Campus Formosa, Campus Goiânia, Campus Inhumas, Campus Itumbiara, Campus Jataí, Campus Luziânia, Campus Uruaçu, Campus Ceres, Campus Iporá, Campus Morrinhos, Campus Rio Verde, Campus Urutaí)
Secretaria Estadual
Maranhão
Instituto Federal (Campus Açailândia, Campus Alcântara, Campus Bacabal, Campus Barreirinhas, Campus Buriticupu, Campus Caxias, Campus Centro Histórico, Campus Codó, Campus Imperatriz, Campus Maracanã, Campus Monte Castelo, Campus Pinheiro, Campus Santa Inês, Campus São Raimundo das Mangabeiras, Campus Timon, Campus Zé Doca)
Secretaria Estadual
Minas Gerais
Instituto Federal (Campus Bambuí, Campus Congonhas, Campus Formiga, Campus Governador, Campus Ouro Preto, Campus São João Evangelista, Campus Almenara, Campus Araçuaí, Campus Arinos, Campus Januária, Campus Montes Claros, Campus Pirapora, Campus Salinas, Campus Avançado Santos Dumont, Campus Avançado São João Del Rei, Campus Barbacena, Campus Juiz de Fora, Campus Muriaé, Campus Rio Pomba, Campus Avançado de Poços de Caldas, Campus Avançado de Pouso Alegre, Campus Inconfidentes, Campus Machado, Campus Muzambinho, Campus Avançado de Uberlândia, Campus Avançado Patrocínio, Campus Ituiutaba, Campus Paracatu, Campus Uberaba, Campus Uberlândia)
Secretaria de Educação
Mato Grosso do Sul
Instituto Federal (Campus Aquidauana,Campus Campo Grande, Campus Corumbá, Campus Coxim, Campus Nova Andradina, Campus Ponta Porã, Campus Três Lagoas)
Secretaria Estadual
Mato Grosso
Instituto Federal (Barra do Garças, Campus Bela Vista, Campus Cáceres, Campus Campo Novo do Parecis, Campus Confresa, Campus Cuiabá, Campus Juína, Campus Pontes e Lacerda, Campus São Vicente e Rondonópolis)
Secretaria Estadual
Pará
Instituto Federal (Campus Abaetetuba, Campus Altamira, Campus Avançado Breves, Campus Belém, Campus Castanhal, Campus Conceição do Araguaia, Campus de Bragança, Campus de Santarém, Campus Itaituba, Marabá Industrial, Campus Marabá Rural, Campus Tucuruí)
Secretaria Estadual
Paraíba
Instituto Federal (Campus Cabedelo, Campus Cajazeiras, Campus Campina Grande, Campus João Pessoa, Campus Monteiro, Campus Patos, Campus Picuí, Campus Princesa Isabel, Campus Sousa
PB)
Secretaria Estadual
Pernambuco
Instituto Federal (Afogados da Ingazeira, Campus Barreiros, Campus Belo Jardim, Campus Ipojuca, Campus Pesqueira, Campus Recife, Campus Vitória do Santo Antão, Caruaru, Garanhuns, Campus Floresta, Campus Petrolina, Campus Petrolina Zona Rural, Ouricuri e Salgueiro)
Secretaria Estadual
Piauí
Instituto Federal (Campus Angical, Campus Corrente, Campus Floriano, Campus Parnaíba, Campus Picos, Campus Piripiri, Campus Teresina Central, Campus Teresina Zona Sul, Campus Uruçuí, Paulistana, São Raimundo Nonato)
Secretaria Estadual
Paraná
Instituto Federal (Assis Chateaubriand, Campus Curitiba 1, Campus Curitiba 2, Campus Foz do Iguaçu, Campus Jacarezinho, Campus Londrina, Campus Paranaguá, Campus Telêmaco Borba, Campus Umuarama, Irati, Ivaiporã, Palmas, Paranavaí)
Secretaria Estadual
Rio de Janeiro
Instituto Federal (Campus Avançado Quissamã, Campus Bom Jesus de Itabapoana, Campus Cabo Frio, Campus Campos, Campus Expansão Itaperuna, Campus Guarus, Campus Macaé, Campus Avançado Arraial do Cabo, Campus Avançado Engenheiro Paulo de Frontin, Campus Duque de Caxias, Campus Maracanã, Campus Nilópolis, Campus Paracambi, Campus Pinheiral, Campus Realengo, Campus São Gonçalo, Campus Volta Redonda)
Secretaria Estadual
Rio Grande do Norte
Instituto Federal (Campus Apodi, Campus Avançado Cidade Alta, Campus Avançado de Nova Cruz, Campus Avançado de Parnamirim, Campus Caicó, Campus Currais Novos, Campus Ipanguaçu, Campus João Câmara, Campus Macau, Campus Mossoró, Campus Natal-Central, Campus Natal-Zona Norte, Campus Pau dos Ferrós, Campus Santa Cruz)
Secretaria Estadual
Rondônia
Instituto Federal (Campus Ariquemes, Campus Avançado de Cacoal, Campus Colorado do Oeste, Campus Ji-Paraná, Campus Porto Velho, Campus Vilhena)
Secretaria Estadual
Roraima
Instituto Federal (Campus Amajari, Campus Boa Vista, Campus Novo Paraíso, Campus Alegrete, Campus Júlio de Castilhos, Campus Panambi, Campus Santa Rosa, Campus Santo Augusto, Campus São Borja, Campus São Vicente do Sul, Campus Bagé, Campus Camaquã, Campus Charqueadas, Campus Passo Fundo, Campus Pelotas, Campus Pelotas, Campus Sapucaia do Sul, Campus Venâncio Aires, Avançado Farroupilha, Avançado Feliz, Avançado Ibirubá, Campus Bento Gonçalves, Campus Canoas, Campus Caxias do Sul, Campus Erechim, Campus Osório, Campus Porto Alegre, Campus Restinga, Campus Rio Grande, Campus Sertão)
Secretaria Estadual
Santa Catarina
Instituto Federal (Campus Araquari, Campus Avançado de Ibirama, Campus Avançado de Luzerna, Campus Camboriú, Campus Concórdia, Campus Rio do Sul, Campus Sombrio, Campus Videira, Campus Araranguá, Campus Avançado de Caçador, Campus Avançado de Jaraguá do Sul, Campus Avançado de Xanxerê, Campus Canoinhas, Campus Chapecó, Campus Continente, Campus Criciúma, Campus Florianópolis, Campus Gaspar, Campus Itajaí, Campus Jaraguá do Sul, Campus Joinville, Campus Lages, Campus São José e Campus São Miguel do Oeste)
Secretaria Estadual
Sergipe
Instituto Federal (Campus Aracaju, Campus Estância, Campus Lagarto, Campus Nossa Senhora da Glória, Campus São Cristóvão)
Secretaria Estadual
São Paulo
Instituto Federal (Campus Araraquara, Campus Avançado de Boituva, Campus Avançado de Capivari, Campus Avaré, Campus Barretos, Campus Birigui, Campus Bragança Paulista, Campus Campos do Jordão, Campus Caraguatatuba, Campus Catanduva, Campus Cubatão, Campus Guarulhos, Campus Hortolandia, Campus Itapetininga, Campus Piracicaba, Campus Presidente Epitácio, Campus Salto, Campus São Carlos, Campus São João da Boa Vista, Campus São Paulo, Campus São Roque, Campus Sertãozinho, Campus Suzano, Campus Votuporanga)
Secretaria Estadual

Tocantins
Instituto Federal (Campus Araguaína, Campus Araguatins, Campus Gurupi, Campus Palmas, Campus Paraíso do Tocantins, Campus Porto Nacional)
Secretaria Estadual